Medo e direção: entendendo como surgem os traumas e as fobias no trânsito.

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A insegurança e a vivência de alguns traumas pode desencadear fobias no trânsito. Entenda a origem desses transtornos e fique alerta aos sinais.

Medo e direção não é algo fora do comum, tampouco uma fobia restrita a uma pequena parcela da população. Segundo dados da Associação Brasileira de Medicina de Trânsito (ABRAMET), dois milhões de brasileiros não dirigem por medo.

Pessoas que sofrem com essa situação costumam relatar alguns sinais, onde pernas bambas, suor excessivo e mãos trêmulas costumam ser os mais comuns.

São características inerentes a qualquer situação de extremo estresse ou medo intenso. Contudo, que precisam ser identificadas e tratadas com seriedade para que não se tornem casos patológicos.

Se você apresenta alguns destes sinais e gostaria de entender a origem destes medos continue conosco. As dicas a seguir esclarecem tudo sobre as fobias no trânsito. Acompanhe!

O que a ciência diz sobre a origem das fobias no trânsito

Não é raro encontrarmos pessoas habilitadas que usam a carteira de motorista apenas como documento de identificação. Ou ainda, pessoas que nem cogitam a possibilidade de encarar a direção e, por isso, não se permitem fazer o teste do DETRAN.

Ambos os casos pedem atenção. Afinal, são sintomas bastante comuns entre aqueles que têm pânico de dirigir.

A ciência define essa aversão de duas formas. Em primeiro lugar, ela está relacionada a insegurança que a sensação de independência ao volante pode causar. A outra, está relacionada a algum trauma vivenciado pela pessoa, como no caso de um acidente, que ficou gravado em seu inconsciente.

Por que as pessoas desenvolvem esses transtornos?

Alguns gatilhos podem desencadear as fobias no trânsito. Quando o transtorno está ligado a ansiedade, o medo de errar e de passar vergonha são alguns dos fatores mais comuns. A pessoa, na maioria dos casos, desenvolve a fobia por conta das críticas que sofreu de familiares ou de desconhecidos no trânsito.

Já as fobias causadas por traumas estão relacionados a uma experiência ruim que a pessoa presenciou. Podendo ela estar na direção ou no banco do carona. Neste caso, não é raro que a pessoa se sinta insegura mesmo estando na situação de passageiro. É como se ela estivesse ali, dirigindo.

Pessoas extremamente responsáveis têm grande propensão

Como você pode ver, medo e direção são questões bastante comuns para milhões de pessoas. Contudo, neste grande grupo uma parcela da população costuma apresentar maior propensão a desenvolver algum transtorno ligado ao trânsito.

As mulheres, em geral, são a maioria e respondem por cerca de 75% dos casos. Embora, muitos homens sofrem em silêncio. Por questões culturais e preconceito eles não procuram ajuda, se vendo obrigados a conviver diariamente com esses sintomas.

Independente do sexo, pessoas que desenvolvem a fobia de dirigir, são, na maioria dos casos extremamente responsáveis e perfeccionistas. Visto que cobram muito de si próprios e tem muito cuidado com o outro. Esse sentimento acaba impedindo que eles se sintam aptos a dirigir ou ainda, de ser desaprovados pelos outros.

Superar o medo ajuda a conquistar o volante

Portanto, independente da origem das fobias, é importante deixar claro que o medo de dirigir é um transtorno psicológico que tem tratamento.

Para superar esse pânico, o primeiro passo está em acreditar em você mesmo e buscar ajuda para entender e superar esse medo. Neste caso, terapia e aulas especiais são algumas das possibilidades.

Agora que você já conhece o que há por trás da relação entre “medo e direção”, chegou a sua vez de assumir o controle e iniciar a sua jornada no combate às fobias no trânsito. Depois, volta aqui para contar pra gente como foi o seu processo de superação!

Por .

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